20.7.11

Refrão:

Constrói uma máquina do tempo. Depois de a construíres, avança 3 anos no relógio. Ganharás uma vida. Será como nascer, definitivamente, outra vez.
A ela escutei.
 
                


- Ela quem?
- Ela Música.





Ela Música é:
Voz que nos tira o poder de julgar, e nos dá o dom de saborear. Acappella cantada pela garra da fervura dos sonhos. Apaixona muitos, arrepia ('Os') poucos. Ela é.
Som proveniente das cordas das guitarras e baixos, que se mistura nas escalas dos teclados, galopeia pelos tambores e grita aos microfones a liberdade da alma. Ela é.
Proclama o Presente, sonha o Futuro, não esquece o Passado. Ela é. 
Ouve-se quando está silêncio. E no silêncio eu ouvi, que daqui a 3 anos, estarei diante de ti, estarei diante Dela, estarei diante de vós, por via de uma máquina do tempo, contruída com papel vegetal.

Eu ouvi, porque ela cantou.

28.6.11

São especiarias divinas como estas, que com tanta modestia me perseguem. Não entendo, mas se trará bom ou mau presságio, lá isso não é comigo, mas até gosto! Gosto de ser (por muitas horas sem interesse) a razão da vontade de se possuir este cheiro sem fundamento. Ser a senhora, dos males e dos bens que para sempre há-de ser julgada e reprimida por não satisfazer alguns gostos mais requintados. Obrigatoriamente terá de me agradar este dia-a-dia que virá, pois fará, por certo, parte de uma rotina entediante, de pratos ridiculamente normais e iguais.



E diferente destes multi sabores e cheiros que me rodeiam, aqui estou eu, que, por sinal, sou quase tanto isso mas nunca chego às expectativas esperadas. Sou fragâncias dessimilares, doces-amargos sem sabores, feita por uma fusão de cores, com acabamentos de um raro toque requintado de relíquia permanente que nunca se desfaz. Faço com que não saibam da essência, mas que sintam a essência.


Sou assim (:

17.6.11

- Quem é?
- Melhor: O que é? É a inspiração que não deixo.
- Porquê?
- Porque grandes inspirações fazem-nos continuar um caminho que considera-mos impossível, porque vê-mos o impossível em todo lado, quando na verdade, há/houve pessoas que chegaram lá.


                                I love you    
                            You were ready
                            The pain is strong and urges rise
                            But I see you
                           When it lets me
                           Your pain is gone, your hands untied.

4.6.11

no tempo em que o oxigénio esgota-se,
as dores torturam,
os apertos esmagam,
os olhos inundados, secam,
e o cérebro pára ...
tu-não-estás.

30.5.11

Quando a grande Lua, laranja sua côr, tomava conta daquele escuro céu de Verão no calmo Alentejo, observei o meu avô a contemplá-la. Sorria, perdido em memórias e recordações. Envolvi-me também no seu sorriso, e assim esperei por quem falasse.

- Ensinaram-me um poema sobre a Lua, é já muito antigo, aprendi quando tinha a tua idade, é assim:

 
"Oh Lua que vais tão alta,
Redonda como um caixote (ou tamanco),
Maria trás lá a escada,
Que eu não chego lá com o banco"     




Sei que são memórias de um tempo vivído que desgasta um velho sábio, por seus anos, com a dureza da saudade. Mas nós rimos. Chorámos e rimos, sem quase motivo aparente. Talvez pela graça do poema, talvez por ali representarmos o 'Passado e Futuro', não sei bem, mas soube bem.
A Lua testemunhou tal feito, perante a cumplicidade que nos encontrámos, ela sorria e assim éramos três.

Foram noites, que em toda a minha vida, certamente, pedirei para voltarem.

don't miss me, when you are the one who's gone

27.5.11

So What'?

Cansei de ter medo de falar, de agir de uma maneira comum e calar-me quando não devo. A superioridade foi dada de maneira errada. Atitudes suberbas sem personalidade aparente tornaram-me assim.

Desde então surgiram rumores a rebeldia (...), que seja e sejam felizes. Também deixei de ligar a rumores destruidores e só me estou a fazer bem.

Cinismo, frivolidade, ironía, sarcasmo - , sem dó nem pudor.

Como Louca, Rebelde, sem Discernimento, com voz meia grave, ainda menina, direi de forma directa a tudo o que sabe ouvir, sem medo de GRITAR, de BERRAR, de CANTAR, que ENLOUQUECI porque me aceitei como algo, talvez alguém, com valor e vontade própria.
Farei o que mais gosto, da mesma maneira desajeitada de antes e continuarei com o impossível de me aperfeiçoar à perfeição, mas ao meu jeito rebelde.
Não vou mais perguntar se posso. Que digam 'Não!' e eu ouvirei 'Sim'. E protestos vão soar como vozes melódicas que preencherão o meu ser.
Irei tapar o meu corpo formado por curvas que sempre critiquei com rendas pretas e usar botas da tropa, porque gosto. Vou quebrar a rotina, e esta será a minha vida.


Não finjo, sou. Não tento, faço. Nao me faço de crescida, cresci.

15.5.11


- Partis-te num "até já..." e voltas-te num "Adeus." , deixei de te entender.

14.5.11

Por mais que digas que, para ti, sou: a tua princesa de olhos esmeralda transparentes, a mais formosa de todas as ninfas do rio Tejo, a mais bonita de todas as flores e a mais doce de todos os bombons... Eu sempre e sempre discordarei.
Porque tu meu príncipe, rei dos meus pensamentos ilógicos, tu com o teu toque delicado constantemente e quase nunca em mim, és o mais perfeito dos perfeitos que não existem, nem exitirão,
             nega, mas eu não o farei.

11.5.11


11 de Maio, 1919
Inglaterra, Londres.


Pedi a meu pai, para hoje me dispensar da aula de violino. Apesar de tanto gostar de me ouvir tocar, ele consentiu sobre o sorriso de minha mãe que esperara igualmente por mim.
Assim que saí do grande salão, o palácio se encheu de um ténue som com cheiro a jasmim, sentia-se uma ligeira cumplicidade entre o piano qe se fazia ouvir pelo suave toque de minha mãe e o violino ao som dos formosos movimentos de meu pai.

Apesar de ser feliz aqui, estou incompleta.

Estou com a minha companheira de histórias. Às vezes são contos mortíferos, com palavras exageradamente enamoradas, outras vezes são enredos de complicados mistérios inventados e não desvendados, e se desvendados... por nós foi, asseguro.
A minha verdadeira guardadora de segredos, nunca revelou os vários rascunhos destinados a serem um dia, talvez, a primeira, a segunda, ou a terceira carta a chegar até ti, (se chegar). São ainda meros rascunhos, que enchem a pequena gaveta da minha doce escrevaninha branca.

Tudo porque, por várias vezes, quis ter-te para mim.
Sou pequena e fraca, e por isso, até hoje, enchi a pequena gaveta da minha escrevaninha.

Mas hoje meu amor, ao som da cumplicidade do piano e do violino, hoje, vou acabar esta carta com «Até a uma hora próxima. Um beijo, com amor...». Porque amanhã, ou depois, vou voltar a escrever-te e a escrever-te. Quero que as palavras que invadem toda a minha alma necessitada de ti, se encontrem, um dia e outros tantos na tua presença, e fiques rodeado pelo meu toque e pelo meu cheiro, sempre e para sempre, para que não te esqueças, de que esta ingénua criatura, te ama. E um dia, assim espero que me alcançes, como eu te alcançarei com estas palavras. Se tu fores o meu "o Tal", vais esperar por mim.

Vou voltar a reescrever num papel de seda limpo, as palavras que sempre te quiz dizer, mas que em rascunhos permanecem. Então amor, te digo com todas as certezas que o meu sangue pode assegurar,

Até a uma hora próxima.

Um beijo, com amor...
Meru.
(espera por mim)

1.5.11

 
Quando for grande, quero ser como vocês :)

(chapéu preto) Daniel Barbosa:
- Era pequena, e ainda mal o conhecia já admirava muito a sua maneira de ser, o seu sentido de humor, e a boa pessoa que é :)
- Agora posso agradeçer cada palavra, cada gesto, cada elogio e aquele "vir trazer a casa" que resultou numa (bela) conversa com derramamento de lágrimas sinceros e agradecidos por minha parte. Agradeço por ainda me fazer chorar (a rir!).

(lenço vermelho) Vítor Nascimento:
- Tanto lhe devo, e muito tenho para lhe agradeçer: por cada oportunidade, por cada papel, pela minima e máxima atenção que tem por mim.
- Obrigado por cada dica, por cada ameaça de "murraças", pelas PALHAÇADAS que (não) são muito poucas xD
- .... pelos stresses que causo à última hora, e chegar atrasada no própio dia das peças u.u'
- PELO QUANTO GOSTA DE MIIIIIIIIM =DDD (e eu de DELEEEEEEE!)

(jóvem graúda da minha vida) Miriam Nascimento:
- Fizes-te, fazes e FARÁS sempre na minha vida o papel de Mãe e o que nele engloba.
- Gosto de ti, porque me fazes escrever na 1ª pessoa (pfuuu', para ti tinha de ser (obrigatóriamente) diferente ~~,), e porque te Amo!

- Casalinho ranhoso apaixonado pelas séries de Tv ~~,

* À minha Maestra, que em pequena também a admirava muito, em diversos aspectos! E hoje, mesmo com imensos defeitos e qualidades, ainda a admiro.
* Ao Natas é à Nice, que se preocupam, e que me ATURAM!
     - AO NATAS QUE (com paciência) ME DEU AS PRIMEIRAS LIÇÕES DE BATERIA!!! (e agora tou melhor que ele XD)
* Aos Marques, por-me terem adoptado como "Pulguinha" e hoje pertencer à família.
    - A mãe: a xuxuzita que é uma ternura, grande mulher, grande pessoa! *-*
    - O pai: "Esta é a minha mãe" ; "Olhe, e eu sou o pai!" ; "O pai? Olhe, se é eu não dei por nada" ~~, (...)
    - A Xana: devia ser considerada a princesa de portugal devido à beleza, por fora e por dentro.
     - A Patrícia: Companheira das revoluções. É estrupicia por demais, mas tem umas bochechas que fazem com que perdoe tudo.
    - O Pedro: Baterista de um raio! És um estroglodito e vais ver Avenged --'
(não) GOSTO DE TI! ><
    - A Sara: é comer lanchinhos preparados pelo pai e ligar-lhe a dizer o sucedido, quando um dia me lançarem uma bomba atómica em cima - foi ela!
* Aos Demóstenes: Sempre presentes <3


As Fofuras que não vivem sem mim x3
(omnipresente) Deus:
- Agradeço por me amar, e tanto assim o é que colocou todas estas pessoas na minha vida.
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Não é com textos que demonstro o quanto fazem parte de mim, mas desde que aprendi a desabafar pela escrita, tenho-me tornado numa pessoa que constantemente está em baixo e vive com depressões (o que faz parecer), mas nem tudo o que tenho é mau, e mesmo que processe estar sozinha, para além de O ter, vocês amaram-me mais que muita gente sem nunca me rejeitar, e se aqui exponho fragmentos de mim, vocês são muito mais que isso. Não sou assim tão infeliz :D e não o tenho demonstrado.
Aliás,
          - Porto, se eu falasse de vós, isto nunca mais teria fim.

ps: ("Caracolinhos" de Lisboa) Diogo Queirós:
- Obrigado por seres tão fantástico, por seres humano e errares, e por seres meu namorado e não me largares.

28.4.11


- Quando for grande, vou aprender a sonhar...

- Sonhar?! Ilusões. Prefiro ilusões que sonhos, são menos complicados e mais possíveis, vai por mim...

27.4.11


dreams fall down, when the light don't comes

25.4.11

Geração Rasca a tua.


" - Mais uma vez estás a gritar comigo e eu cansei de te ouvir. Proferes frases como: "Não estou a gostar de ti nem das tuas atitudes!", e eu pergunto-me: "Alguma vez gostas-te?", mas não importa obter resposta, não quero mais saber. -

Antes éramos indiferentes às injustiças e não havia preocupação em perceber o desconhecido, faziamos de vocês, nossos pais, um exemplo para a vida, os nossos super-heróis preferidos, o prazer de nos tornarmos um dia como vocês. 
Os tempos mudaram a partir do dia em que crescemos, e connosco cresceu a Personalidade e a Racionalidade, e quando isso aconteceu, passámos a viver com desconhecidos imperfeitos que antes eram a nossa Mãe e o nosso Pai, que faziam de nós frágeis preciosidades das suas vidas e hoje somos apenas duras preocupações e origens de sérios problemas.

Agora, não se cansam vocês de dizer que faço parte desta Geração Rasca, e FINALMENTE percebi porque como eu, são outros tantos.

 Que Geração Rasca dizes tu ser esta?

- Que culpa tenho eu, que para aliviar o stress em que me põem a viver no único lar que tenho, hoje, eu e mais outros tantos, fumamos, bebemos e mexemos com todo o tipo de erva?

- Que culpa tenho eu, que por nunca se importarem em saber no quanto cresci e no que há de melhor e pior em mim, hoje, eu e mais outros tantos, limitamo-nos ao silêncio, ou gritamos, ou discutimos, ou saímos de casa?

- Que culpa tenho eu, que pelo bom exemplo que vocês dão, pelas discussões que me fazem presenciar onde eu acabo por ser o problema, eu e mais outros tantos, hoje, somos uns rebeldes, emo's, desobedientes, antipáticos e mal educados?



Nunca pedi nem peço para gostarem de mim! Mas que culpa tenho eu? Tornei-me naquilo que me fizeram tornar, estou orgulhosa do vosso tamanho esforço e dedicação, mas se vocês não têm orgulho no que criaram, então também daqui vem um grande Choque de Gerações (que ao que parece, ambas Rascas).


Se essa vossa geração é resultado da geração dos vossos pais, que geração hão-de os filhos desta minha geração fazer parte? "


(autoria: Meru.)

13.4.11

(your) Ignorance.

Todas as coisas que me fizes-te ontem, lembro-as hoje e peço por elas, e desprezas-me, porque ontem era pequena e hoje sou grande, achas tu.

Achas tu que fui pequena, mas enquanto sobrevivia sem ti, tive de ser sempre grande sabes? E não sou tão grande como pensas, mas quem me dera, quem me dera ser grande muito grande! Maior que aqueles que sabem falar com pretéritos verbais bastante simples e complicados, e usam metáforas como anedotas que tanto aprecias. Maior que aqueles que falam a política toda, e são capazes de desenvolver uma boa conversa, num nexo sem sentido, mas que volte toda a tua atenção para mim, como ontem ela estava.

Não. Não quero mais atenção nem sacrifícios que pela tua boca, as tuas acções assim são chamadas. Na verdade quero ser grande, e quero que vejas isso, só para que me deixes por completo, de uma vez, porque abandonar-me aos poucos como estás a fazer, é como uma espada de dois gumes, que penetra até o meu mais íntimo, que dantes estava protegido, mas agora, porque derrubas com simultânea rapidez e agilidade, está frágil, tocas e atormentas-me, aos poucos.


161,4cm que te parece, grande muito grande? Estou a construir a minha vida, mereço agora que me deixes, é a altura...

16 + (4-1) = 19.  
 ...perfeita.

27.3.11

plese, just LoveMe.

Tenho medo e estou fraca.

<Que importa?> Os meus problemas são tornados em 'fases da idade', os apertos de coração que se transformam em lágrimas e dificuldades na respiração são coisas passageiras, dar tudo de mim para me sentir digna de te chamar Pai, e falhar, tornou-se algo natural. </Que importa?>

Seria (muito) egoísmo da minha parte querer ter alguém, por apenas uma noite, secar as minhas lágrimas, que por nada e por tudo escorrem, e dizer: está tudo bem, estou aqui. (mesmo sabendo eu que não está e não vai estar, não faço parte da vida dela). -?


Não importa, não importo, não importou, não importarei.

Hey Solidão, abraça-me.

20.3.11

Deixer de _ nunca.

Não consigo ser melhor, não consigo mais cuidar de ti, até quando? Por agora cansei de mim. Em segundos, perdi-me num mundo onde deixei de conseguir SER! - Ser o que (nunca) fui, porque eu (sempre) fui ninguém. (será?)      (SER - perdida ; nada)________________________________________________________________________________________


(flashback)

Esvaziei-me não sei quando e quando foi só queria não tê-lo feito. Fartei-me de um Eu amuado e silencioso. Restam agora retalhos esmiuçados pelo tempo que há-de vir, o tempo em que eu não vou encher, não enquanto o meu Eu for só restos que te fazem sofrer, não suporto a culpa... e por cobardia fugi.      (SER - cobarde)

Tu, que és quem mais importa, larga os restos se for melhor para ti, de certeza que é, não te magoes com aquilo que não presta, com aquilo que sobrou de mim, por isso larga até eu voltar, sim é uma promessa - eu (nunca/sempre) voltarei.

(não, nunca/sempre deixei de SER, e a certeza é - Tu.)

17.3.11

Tu Vida... tu...

Obrigado Vida, porque na verdade ensinaste-me muito. Não esqueço o tempo em que "Amor" não tinha significado, e que existia uma grande vontade de amar alguém e de ser a razão de alguém amar, com a consequência de se sofrer para isso, mas fizeste-me ver para lá da ilusão do falso coração e descobrir o que nenhum ser no seu estado normal consegue definir:

Amor - Não é sofredor, nem nunca foi, porque Amor em si = é bom.
Amo-te - Palavra que passa por 3 processos: 1º Proíbida. 2º Reveladora. 3º Insuficiente.
Compromisso - Promessa.
Para sempre - indefinido fim.


Graças a ti Vida, aprendi que não tenho o mérito de tudo o que ganhei. Não mando na minha pessoa, apenas escolho o que lhe faz bem, eu sei o que me faz bem, eu tenho o que me faz bem -Tu.


E por ti deixei de amar pela vontade, amo-te com toda a alma que bombeia o meu sangue vivente.
:)

4.3.11

don't wait me...


- Não espero nada do tempo e espero que ele não espere nada de mim, porque não sei se estarei a altura para tal.

3.3.11

Biografia.


Podem perguntar mas certamente não saberei responder da forma que desejam ouvir. Estou a aprender, é verdade. Mas quem disse que vou passar a agradar? Serei sempre muito instável e andarei sempre em mudanças...
E vou ganhando, com ingenuidade, gostos, manias e tiques.
Terei sempre várias facetas, mas a imperfeição é algo que nunca vou conseguir disfarçar - e disto posso dizer que resultou num percorrer de caminhos perigosos, num espreitar de becos sem saída e num apanhar de pequenos atalhos armadilhados, que em nada levaram... opah, sou criança e admito que ainda me desiquilíbro um pouco em cima do muro, e muitas vezes rejeito quem me agarra!! E perder a infantilidade? Não posso, é o que faz o sangue da minha alma bombear, e se quero? n-ã-o.


E vou correndo, por aí, descobrindo o que mais trago dentro de mim e como o posso caracterizar, para já.. só isto.